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Municípios de Mato Grosso do Sul registraram vítimas fatais da influenza gripe H1N1

Autor: Sou Enfermagem Em: 18/07/2019

Municípios de Mato Grosso do Sul registraram vítimas fatais da influenza gripe H1N1

Na última semana mais quatro municípios de Mato Grosso do Sul registrou vítimas fatais da influenza A, sendo uma vitima do município de Deodápolis.

O número de óbitos subiu para 44 no estado, conforme divulgado no boletim epidemiológico da SES-MS (Secretaria de Estado de Saúde) nesta quarta-feira (17).

Conforme apurou o Site Deodapolisnews, ao todo foram notificados até o momento, 1.106 casos da doença e confirmados 223, desses 149 por H1N1, 62 por influenza não subtipado, 11 por H3N2 e um caso de influenza B.

Infelizmente o município de Deodápolis entrou na estatística dos óbitos do estado, sendo que uma mulher de 58 anos foi a vitima fatal no último dia 16/07/2019 pela gripe H1N1.

Diagnóstico e tratamento

Quando os sintomas aparecem, o ideal é procurar o médico. Em determinados casos de H1N1, pode haver dificuldade para respirar ou falta de ar – um sintoma que também surge em indivíduos acometidos com outros tipos de gripe, aliás.

No outono e inverno, quando a incidência da enfermidade é mais alta, nem sempre os médicos solicitam exames que façam essa diferenciação. Até porque o tratamento costuma ser igual.

“O importante é desconfiar do vírus influenza em geral e iniciar o tratamento nas primeiras 48 horas. Os remédios antivirais combatem qualquer um dos subtipos”, destaca Rosana Richtmann.

Mas atenção: esses fármacos (lembra do Tamiflu?) são prescritos nas situações com maior risco de complicações e morte. Diabéticos e idosos, por exemplo, são candidatos por possuírem um déficit no sistema imunológico.

Em casos mais simples, geralmente os médicos apenas manejam os sintomas. Eles oferecem antitérmicos para baixar a febre, analgésicos para controlar a dor, e por aí vai. Enquanto isso, o próprio organismo produz anticorpos para debelar a infecção – para ajudá-lo, repouse e se hidrate.

Como se prevenir?

Com a chegada do clima mais frio, dá para perceber que o hábito do campo-grandense é de fechar todas as janelas para se proteger. Entretanto, uma medida tão simples como esta pode trazer riscos à saúde. Lugares fechados e com muita gente facilitam a transmissão da Influenza H1N1, logo locais com aglomeração devem ser evitados.

Para evitar a transmissão, também é recomendado que a população evite contatos sociais desnecessários, visitas a hospitais, apertos de mão, abraço e beijos e também não deve partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal. Outras medidas preventivas são a higienização das mãos e cobrir o nariz e a boca quando tossir ou espirrar.

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